{"id":15782,"date":"2026-01-08T12:45:22","date_gmt":"2026-01-08T15:45:22","guid":{"rendered":"https:\/\/cidadecult.com.br\/?p=15782"},"modified":"2026-01-08T12:45:24","modified_gmt":"2026-01-08T15:45:24","slug":"do-hype-ao-embarque-como-redes-sociais-e-dados-estao-redesenhando-o-turismo-do-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cidadecult.com.br\/?p=15782","title":{"rendered":"Do hype ao embarque: como redes sociais e dados est\u00e3o redesenhando o turismo do brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Por Renata Nandes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o de viajar raramente nasce hoje de um folheto, de um comercial de TV ou de um \u201ctop 10\u201d gen\u00e9rico. Ela come\u00e7a num v\u00eddeo curto, passa por um carrossel de fotos, escorrega para os coment\u00e1rios, volta em forma de print no WhatsApp e, quando parece s\u00f3 entretenimento, vira busca, compara\u00e7\u00e3o, reserva. O turismo do brasileiro est\u00e1 cada vez menos linear \u2014 e mais \u201calimentado\u201d por dois motores que se retroalimentam: <strong>redes sociais<\/strong> (desejo) e <strong>dados<\/strong> (direcionamento).<\/p>\n\n\n\n<p>O curioso \u00e9 que isso n\u00e3o \u00e9 apenas uma mudan\u00e7a de plataforma. \u00c9 uma mudan\u00e7a de linguagem. E, como toda mudan\u00e7a de linguagem, ela altera as regras do jogo: o que consideramos confi\u00e1vel, o que chamamos de \u201cimperd\u00edvel\u201d, o que vira tend\u00eancia e o que some do mapa.<\/p>\n\n\n\n<p>A academia j\u00e1 vinha observando sinais desse deslocamento h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Em disserta\u00e7\u00e3o na UnB, <strong>Michelle Margot Alves<\/strong> descreve as redes sociais como ferramentas populares de comunica\u00e7\u00e3o e marketing, mas lembra um ponto essencial: antes da tecnologia, rede social \u00e9, sobretudo, <strong>confian\u00e7a<\/strong> \u2014 a base das rela\u00e7\u00f5es sociais contempor\u00e2neas. <br>\u00c9 esse \u201cfio invis\u00edvel\u201d que explica por que tanta gente decide viajar n\u00e3o pelo an\u00fancio oficial do destino, mas pelo relato do outro: um desconhecido com c\u00e2mera boa, um amigo que foi \u201csem expectativas\u201d e um coment\u00e1rio honesto dizendo o que ningu\u00e9m contou.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, cinco movimentos que ajudam a entender como o brasileiro passa do hype ao embarque \u2014 e o que destinos e marcas podem fazer para responder sem cair na armadilha do superficial.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1) O novo motor do desejo: v\u00eddeos curtos, est\u00e9tica e prova social<\/h2>\n\n\n\n<p>O que antes era \u201cvontade de viajar\u201d virou <strong>gatilho<\/strong>. A l\u00f3gica dos v\u00eddeos curtos (e do scroll infinito) reorganiza a aten\u00e7\u00e3o: destinos competem n\u00e3o s\u00f3 com outros destinos, mas com tudo o que cabe em 15 segundos. O que ganha? Aquilo que <strong>promete uma emo\u00e7\u00e3o r\u00e1pida<\/strong>: surpresa, beleza, autenticidade, pertencimento.<\/p>\n\n\n\n<p>A est\u00e9tica n\u00e3o \u00e9 detalhe; \u00e9 infraestrutura simb\u00f3lica. Um caf\u00e9 bonito, uma rua \u201ccinematogr\u00e1fica\u201d, um mirante com fila (sim, a fila vira prova). A viagem passa a ser percebida como narrativa pessoal: \u201ceu estive aqui\u201d, \u201ceu vivi isso\u201d, \u201ceu tamb\u00e9m posso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 a\u00ed que a ideia de confian\u00e7a se atualiza. N\u00e3o se trata apenas de confiar em uma ag\u00eancia ou em uma marca; trata-se de confiar na <strong>experi\u00eancia mediada<\/strong> \u2014 nas avalia\u00e7\u00f5es, no \u201cantes e depois\u201d, nos coment\u00e1rios e nos bastidores. Alves j\u00e1 apontava que produtos tur\u00edsticos s\u00e3o, por natureza, dif\u00edceis de avaliar antes da compra; logo, o ambiente digital vira espa\u00e7o de redu\u00e7\u00e3o de incerteza (e de produ\u00e7\u00e3o de credibilidade). <\/p>\n\n\n\n<p>A prova social virou moeda: o que \u00e9 muito postado parece mais seguro; o que \u00e9 muito comentado parece mais \u201cvalidado\u201d. S\u00f3 que, ao mesmo tempo, isso cria um efeito colateral: destinos passam a ser consumidos como tend\u00eancia, n\u00e3o como encontro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2) Da inspira\u00e7\u00e3o \u00e0 compra: por que \u201cexperi\u00eancia\u201d vende mais que \u201cdestino\u201d<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos deslocamentos mais fortes do turismo recente \u00e9 que o brasileiro n\u00e3o compra apenas \u201cJap\u00e3o\u201d, \u201cEuropa\u201d ou \u201cCaribe\u201d. Compra <strong>um conjunto de experi\u00eancias<\/strong>: \u201cbate-volta\u201d, \u201ctour gastron\u00f4mico\u201d, \u201cp\u00f4r do sol tal\u201d, \u201cmuseu tal\u201d, \u201ctrilha tal\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa mudan\u00e7a tem consequ\u00eancias pr\u00e1ticas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>o planejamento vira uma curadoria de atividades (n\u00e3o s\u00f3 de cidades);<\/li>\n\n\n\n<li>a ansiedade aumenta (medo de \u201cn\u00e3o aproveitar\u201d);<\/li>\n\n\n\n<li>e o turismo se aproxima do consumo cultural: voc\u00ea monta um roteiro como quem monta uma playlist.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para destinos, isso \u00e9 oportunidade e risco. Oportunidade porque experi\u00eancias bem desenhadas e bem comunicadas diferenciam uma cidade \u201cparecida com outras\u201d. Risco porque a viagem pode virar um checklist: uma corrida para reproduzir as cenas que a internet consagrou, em vez de viver o lugar no tempo real.<\/p>\n\n\n\n<p>O desafio, portanto, n\u00e3o \u00e9 \u201caparecer\u201d. \u00c9 aparecer com sentido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">3) O papel do dado: buscas, avalia\u00e7\u00f5es, cliques e rastros na curadoria do turismo<\/h2>\n\n\n\n<p>Se as redes sociais acendem o desejo, os dados transformam desejo em rota. E aqui vale separar duas coisas:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>dados de plataforma<\/strong> (o que as redes e sites capturam: cliques, tempo de tela, localiza\u00e7\u00e3o, termos de busca);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>dados de experi\u00eancia<\/strong> (o que o viajante deixa pelo caminho: avalia\u00e7\u00f5es, fotos, coment\u00e1rios, deslocamentos).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>No livro <strong>\u201cBig Data no Turismo: conceitos e aplica\u00e7\u00f5es\u201d<\/strong>, <strong>Rayane Ruas<\/strong> explica que a transforma\u00e7\u00e3o digital no turismo foi impactada, entre outros fatores, pelo avan\u00e7o da <strong>web 2.0 e das m\u00eddias sociais<\/strong>, que democratizaram o compartilhamento de experi\u00eancias: viajantes tornam-se geradores e propagadores de conte\u00fado. <br>E h\u00e1 um detalhe decisivo: \u201ctodo movimento online fica registrado\u201d, gerando um volume de dados sem precedentes sobre comportamento. <\/p>\n\n\n\n<p>Isso muda a forma de planejar e gerir turismo. Destinos n\u00e3o precisam esperar \u201cfechar o m\u00eas\u201d para entender o que funcionou: podem acompanhar sinais em tempo quase real \u2014 picos de interesse, deslocamentos, sazonalidade, reclama\u00e7\u00f5es recorrentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ruas tamb\u00e9m aponta que, mesmo sem sensores sofisticados, <strong>smartphones e redes sociais<\/strong> podem ajudar a mapear origem de visitantes, padr\u00f5es de deslocamento, tempo de perman\u00eancia e atra\u00e7\u00f5es visitadas, inclusive por postagens com geolocaliza\u00e7\u00e3o. <br>Ou seja: a curadoria do turismo passa a ser feita com rastros \u2014 e isso vale tanto para empresas quanto para pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>A pergunta que importa n\u00e3o \u00e9 \u201ctemos dados?\u201d. \u00c9: <strong>estamos interpretando bem?<\/strong> E: <strong>com que finalidade?<\/strong> Porque dados podem servir para qualificar experi\u00eancias \u2014 ou para empurrar multid\u00f5es ao mesmo lugar at\u00e9 o destino perder o que tinha de singular.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">4) Oportunidades e riscos: overtourism, \u201cturismo de checklist\u201d e superficialidade cultural<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando uma tend\u00eancia estoura, o efeito \u00e9 vis\u00edvel: filas onde n\u00e3o havia, pre\u00e7os subindo, moradores pressionados, lixo, ru\u00eddo, desgaste. A internet n\u00e3o inventou o turismo de massa, mas acelerou seus mecanismos: um v\u00eddeo viral pode redesenhar um bairro em poucas semanas.<\/p>\n\n\n\n<p>O risco do \u201cturismo de checklist\u201d \u00e9 duplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>para o viajante, que volta com fotos e pouca mem\u00f3ria afetiva;<\/li>\n\n\n\n<li>para o destino, que vira cen\u00e1rio e perde camadas de sentido.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>\u00c9 aqui que os dados podem ser aliados \u2014 desde que orientados por sustentabilidade e gest\u00e3o de fluxo. Ruas destaca que, com monitoramento e cruzamento de indicadores, \u00e9 poss\u00edvel extrair informa\u00e7\u00f5es sobre impactos <strong>ambientais, sociais e econ\u00f4micos<\/strong> e acompanhar avan\u00e7os ligados \u00e0 sustentabilidade. <\/p>\n\n\n\n<p>Mas h\u00e1 um risco menos comentado: o risco simb\u00f3lico. A forma como um lugar \u00e9 narrado online pode \u201cprender\u201d um destino numa \u00fanica imagem: a cidade vira s\u00f3 aquele ponto instagram\u00e1vel, aquele prato, aquela cena. O restante vira invis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>A disserta\u00e7\u00e3o de <strong>Adelaide Cristina Nascimento de Oliveira<\/strong>, na UnB, ajuda a entender esse mecanismo por outra via: ao analisar como discursos em m\u00eddias sociais transformam o CCBB Bras\u00edlia em destino tur\u00edstico, a autora mostra como linguagem, poder e hospitalidade entram no jogo de constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio do visitante. <br>Em termos simples: o que se diz (e como se diz) sobre um lugar n\u00e3o apenas descreve \u2014 <strong>produz realidade tur\u00edstica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">5) Como destinos podem responder: conte\u00fado + infraestrutura + autenticidad<\/h2>\n\n\n\n<p>O que fazer, ent\u00e3o, para navegar nesse cen\u00e1rio sem virar ref\u00e9m do algoritmo?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">5.1 Conte\u00fado que n\u00e3o seja s\u00f3 vitrine<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Alexandra Fernandes Josias<\/strong> lembra. em sua disserta\u00e7\u00e3o, que a forma\u00e7\u00e3o de imagem do destino urbano vive uma complexidade crescente e \u00e9 decisiva na escolha do turista. <br>Isso significa que o destino precisa comunicar n\u00e3o apenas \u201co que tem\u201d, mas <strong>o que \u00e9<\/strong>: valores, ritmos, c\u00f3digos, diversidade, modos de usar a cidade. E precisa fazer isso com consist\u00eancia \u2014 n\u00e3o apenas em campanhas, mas no cotidiano digital.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">5.2 Infraestrutura para o que o hype atrai<\/h3>\n\n\n\n<p>Se um lugar viraliza, ele precisa estar preparado: sinaliza\u00e7\u00e3o, acesso, banheiros, mobilidade, capacidade de carga, regras claras. O pior cen\u00e1rio \u00e9 o destino \u201cganhar o mundo\u201d e decepcionar no b\u00e1sico \u2014 porque, na era da recorda\u00e7\u00e3o p\u00fablica, a avalia\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m vira conte\u00fado e influencia a pr\u00f3xima onda. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">5.3 Autenticidade como pr\u00e1tica, n\u00e3o como slogan<\/h3>\n\n\n\n<p>Autenticidade n\u00e3o \u00e9 \u201cparecer raiz\u201d. \u00c9 envolver moradores, respeitar din\u00e2micas locais, distribuir benef\u00edcios, criar experi\u00eancias que tenham liga\u00e7\u00e3o real com o territ\u00f3rio.<br>A disserta\u00e7\u00e3o de <strong>Carolina Menezes Palhares<\/strong>, ao discutir turismo criativo e a reinven\u00e7\u00e3o da imagem de Bras\u00edlia, sugere que h\u00e1 pot\u00eancia em ressignificar destinos para al\u00e9m do \u201ccart\u00e3o-postal\u201d \u00f3bvio, valorizando cultura e viv\u00eancias. <br>Em linguagem de agora: n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 mostrar a cidade \u2014 \u00e9 convidar a viv\u00ea-la com repert\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">5.4 Intelig\u00eancia tur\u00edstica com \u00e9tica e transpar\u00eancia<\/h3>\n\n\n\n<p>Big Data pode guiar decis\u00f5es melhores, mas envolve responsabilidade: governan\u00e7a, prote\u00e7\u00e3o de dados, transpar\u00eancia. O destino que aprende com dados e respeita pessoas ganha algo raro: confian\u00e7a sustent\u00e1vel no longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o: viajar virou conversa \u2014 e toda conversa deixa rastro<\/h2>\n\n\n\n<p>Do hype ao embarque, o turismo do brasileiro se tornou uma conversa coletiva: uma mistura de desejo, prova social, dados, linguagem, mem\u00f3ria e disputa por aten\u00e7\u00e3o. Redes sociais n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 canal; s\u00e3o <strong>ambiente<\/strong>. Dados n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 m\u00e9trica; s\u00e3o <strong>b\u00fassola<\/strong> \u2014 e tamb\u00e9m responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O desafio para 2026 (e al\u00e9m) \u00e9 amadurecer essa engrenagem: fazer com que o que viraliza n\u00e3o destrua o que encanta; e fazer com que a intelig\u00eancia digital sirva \u00e0 experi\u00eancia humana \u2014 n\u00e3o o contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias (UnB \u2013 Reposit\u00f3rio Institucional)<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>ALVES, Michelle Margot. <em>O papel das redes sociais no turismo: uma an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o das ag\u00eancias de turismo no Distrito Federal.<\/em> Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado Profissional em Turismo) \u2013 UnB, 2011. <a href=\"https:\/\/repositorio.unb.br\/handle\/10482\/10838\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reposit\u00f3rio da UnB+1<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>RUAS, Rayane. <em>Big data no Turismo: conceitos e aplica\u00e7\u00f5es.<\/em> Bras\u00edlia: LETS\/UnB, 2022. <a href=\"https:\/\/repositorio.unb.br\/handle\/10482\/45186\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reposit\u00f3rio da UnB+2Reposit\u00f3rio da UnB+2<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>JOSIAS, Alexandra Fernandes. <em>Pontes, portas, cidades e redes: a forma\u00e7\u00e3o de imagem do destino tur\u00edstico urbano em um contexto de complexidade crescente.<\/em> Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado Profissional em Turismo) \u2013 UnB, 2018. <a href=\"https:\/\/repositorio.unb.br\/handle\/10482\/34634?mode=full\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reposit\u00f3rio da UnB<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>OLIVEIRA, Adelaide Cristina Nascimento de. <em>O CCBB como anfitri\u00e3o: uma reflex\u00e3o sobre o turismo e a hospitalidade a partir do discurso proferido pelo CCBB Bras\u00edlia no site e no Facebook.<\/em> Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado Profissional em Turismo) \u2013 UnB, 2016. <a href=\"https:\/\/repositorio.unb.br\/handle\/10482\/20055?locale=en\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reposit\u00f3rio da UnB+1<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>PALHARES, Carolina Menezes. <em>Turismo na reinven\u00e7\u00e3o da imagem de Bras\u00edlia: cidade criativa e turismo criativo.<\/em> Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado Profissional em Turismo) \u2013 UnB, 2015. <a href=\"https:\/\/repositorio.unb.br\/bitstream\/10482\/19572\/1\/2015_CarolinaMenezesPalhares.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reposit\u00f3rio da UnB<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Renata Nandes A decis\u00e3o de viajar raramente nasce hoje de um folheto, de um comercial de TV ou de um \u201ctop 10\u201d gen\u00e9rico. 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