{"id":13407,"date":"2025-07-21T12:43:13","date_gmt":"2025-07-21T15:43:13","guid":{"rendered":"https:\/\/cidadecult.com.br\/?p=13407"},"modified":"2025-07-21T12:43:17","modified_gmt":"2025-07-21T15:43:17","slug":"o-maranhao-pulsa-em-ritmo-de-boi-mais-de-400-grupos-mantem-viva-a-tradicao-do-bumba-meu-boi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cidadecult.com.br\/?p=13407","title":{"rendered":"O Maranh\u00e3o pulsa em ritmo de boi: mais de 400 grupos mant\u00eam viva a tradi\u00e7\u00e3o do Bumba-meu-boi"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Foto: Marcelo Camargo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Entre maio e dezembro, o Maranh\u00e3o se transforma em um grande palco popular. S\u00e3o cores vibrantes, toques de matracas, cantos marcantes e hist\u00f3rias que atravessam gera\u00e7\u00f5es. \u00c9 tempo de <strong>Bumba-meu-boi<\/strong>, tradi\u00e7\u00e3o que resiste ao tempo, emociona comunidades inteiras e, nesta segunda-feira (21), ser\u00e1 o centro das aten\u00e7\u00f5es no programa <strong>Caminhos da Reportagem<\/strong>, exibido \u00e0s 23h na TV Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecido como <strong>Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco<\/strong>, o Bumba-meu-boi carrega ra\u00edzes profundas. Nasceu entre os povos escravizados e ind\u00edgenas, como forma de manter viva a mem\u00f3ria, os ritos e a espiritualidade, mesmo diante da opress\u00e3o. Ao longo do tempo, se entrela\u00e7ou com a f\u00e9 cat\u00f3lica, criando um sincretismo poderoso que ainda hoje encanta quem v\u00ea e quem vive a festa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao todo, mais de <strong>450 grupos<\/strong> de Bumba-meu-boi d\u00e3o vida a essa manifesta\u00e7\u00e3o no Maranh\u00e3o, cada um com seu sotaque e suas peculiaridades: zabumba, matraca, orquestra, baixada, costa de m\u00e3o. S\u00e3o batalh\u00f5es que surgem do pagamento de promessas, da devo\u00e7\u00e3o ou de sonhos, como o de <strong>Arcangelo Reis<\/strong>, fundador do Boi Anjo do Meu Sonho. \u201cEssa brincadeira veio de um sonho. E eu sigo nela at\u00e9 hoje\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que uma tradi\u00e7\u00e3o afetiva, o Bumba-meu-boi tamb\u00e9m movimenta uma cadeia produtiva poderosa. Artes\u00e3os, costureiras, m\u00fasicos e vendedores veem nas festas uma oportunidade de renda e valoriza\u00e7\u00e3o cultural. A jovem <strong>G\u00e9ssica Tavares<\/strong> come\u00e7ou customizando camisetas no S\u00e3o Jo\u00e3o e hoje vende matracas personalizadas para turistas e moradores. \u201c\u00c9 a nossa cultura que estou levando com cada pe\u00e7a\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Com olhar sens\u00edvel e jornalismo de profundidade, o <strong>Caminhos da Reportagem<\/strong> vai al\u00e9m da festa: revela os bastidores, os personagens e os sentidos que tornam o Bumba-meu-boi um espet\u00e1culo \u00fanico, onde a arte se confunde com f\u00e9, identidade e resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udcfa <strong>Servi\u00e7o<\/strong>: <br><strong>Caminhos da Reportagem \u2013 Bumba-meu-boi<\/strong>:<br>\ud83d\udcc5 Segunda-feira (21), \u00e0s 23h, na TV Brasil;<br>\ud83d\udd01 Reprise: ter\u00e7a, \u00e0s 4h30;<br>\ud83d\udcf1 Tamb\u00e9m dispon\u00edvel no site da TV Brasil, no YouTube e no app TV Brasil Play.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Marcelo Camargo Entre maio e dezembro, o Maranh\u00e3o se transforma em um grande palco popular. 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