Sexta, 25 Maio 2018
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É urgente uma mudança de paradigmas em relação à contracepção. Da passividade pueril, a uma postura crítica, ativa e bem informada; da decisão unilateral de médicos, a um consenso construído e compartilhado entre a mulher – as mais atingidas e afetadas nesse processo –, seu parceiro ou parceira, e o profissional de saúde.

Por Daniel Sabino

Published in Saúde

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